Expressão da cultura lúdica na sociedade contemporânea, os jogos digitais são apontados como um meio interessante de propiciar aos alunos um ambiente de aprendizagem menos rígido, mais atraente e prazeroso. As possibilidades não-lineares dos jogos digitais podem ser vistas como um dos aspectos que mais se diferenciam quando comparados com outras formas de mídia.
Mendes, autor do livro jogos eletrônicos: diversão, poder subjetivaçao, afirma que o poder dos games é absoluto. “A limitação está na nossa imaginação. Eles podem servir para quase tudo: educar, divertir, treinar, simular... A lista é enorme. Alguns estudiosos afirmam que estamos – e isso é incrível – na fase embrionária dos jogos eletrônicos”, destaca o autor. Na sua perspectiva, o uso dos jogos como artefatos pedagógicos deve ser mais problematizado. Leva-se pouco em conta que cada jogo tem seus objetivos educacionais, seu próprio currículo, seu próprio conteúdo e seu próprio processo de avaliação.
Apesar de serem vistos com ceticismo por pais e educadores, os jogos digitais são artefatos completamente integrados ao nosso cotidiano, de grande fascínio econômico, tecnológico e social.
Além do que constituem, segundo crianças e do jovens, a maneira mais divertida de aprender.
